4 de Abril de 2018

“Quando devo tirar a fralda do meu filho?”. Esta é, sem dúvida, uma das questões mais recorrentes entre famílias. Além dos fatores psicológicos e emocionais que envolvem o desfralde, muitos pais não sabem como dar início ao processo. Por isso, a coordenadora da Educação Infantil do Colégio Franciscano Pio XII, Paula Neves Fava Bon, dá algumas dicas para facilitar o processo de tirar a fralda dos pequenos.

1-   Qual o momento certo?

Segundo especialistas, não é recomendado tirar a fralda muito antes dos dois anos de vida, pois é a partir dessa idade que o bebê começa a adquirir controle sobre os esfíncteres, responsáveis pela expulsão das fezes e da urina. Além disso, a coordenadora Paula destaca que, antes de tudo, é preciso que os pais atentem para a maturidade da criança e alguns sinais que ela dá, mostrando que está pronta para começar o desfralde, lembrando que ela é a protagonista desse processo.

“Crianças prontas para iniciar o desfralde geralmente dão alguns sinais que devem ser observados pelos responsáveis, por exemplo, se ela avisa quando está com a fralda suja ou que vai fazer xixi ou cocô. Isso significa que ela já entende suas excreções e já tem condições de começar a controlá-las”, explica a coordenadora.

2-   Como começar?

Para Paula, o ideal é que os pais comecem com o desfralde diurno, acompanhando a rotina de evacuação do filho ao longo do dia. “Nessa idade, a criança já é capaz de entender o que lhe é explicado. Por isso, um jeito de facilitar esse processo é esclarecer para ela sobre o uso do vaso sanitário e pedir que avise quando sentir vontade de ir ao banheiro”, afirma. “Livros infantis e desenhos animados podem ser grandes aliados nesse processo. Uma conversa, mostrando que a criança amadureceu e cresceu costuma colaborar para que ela entenda a importância do banheiro”, completa.

3-   Na prática

Para os pais que desejam iniciar o desfralde, é necessário possuir um penico ou um redutor de assento com apoio para os pés: eles favorecem o conforto dos pequenos na hora de usar o vaso sanitário. Além disso, a coordenadora também recomenda que o processo seja iniciado em uma época sem grandes transformações: “o ideal é começar em período tranquilo da vida da criança, e se possível no verão, pois os escapes de xixi deixam a criança molhada e desconfortável”, explica Paula, ressaltando que se a criança estiver pronta, ele pode ser realizado em outra estação com dias mais frios também.

 

4-   Quanto tempo demora?

O tempo de desfralde varia entre uma criança e outra, demorando em média dois meses o diurno e seis meses o noturno. Para Paula, o desfralde noturno deve ser iniciado assim que o diurno estiver estabilizado: “quando perceber que seu filho já consegue controlar o xixi e o cocô durante o dia, é hora de iniciar o desfralde noturno”.

Ela ainda ressalta que parabenizar e comemorar quando a criança fizer as necessidades no lugar certo é uma maneira de facilitar o processo. Contudo, repreender os escapes pode ser prejudicial nessa fase. “É preciso entender que os escapes são perfeitamente normais, mesmo após a criança ter desfraldado e, por isso, brigar com ela pode desestimular ou até causar repulsa às próprias excreções”, destaca.

5-   O papel da escola

Segundo a coordenadora, é necessário que a escola seja parceira dos pais nesse processo. Para ela, a rotina escolar já favorece o desfralde. “No Colégio Franciscano Pio XII, por exemplo, as idas ao banheiro, adequadamente projetado para a faixa etária, são acompanhadas por todas as crianças, mesmo as que usam fralda, pois a têm a oportunidade de observar e imitar aquelas que usam o vaso sanitário”, explica. “Nas salas de aula, os alunos brincam com bonecos, fraldas descartáveis e penicos, que servem como suporte para o diálogo com a criança”, completa.

Na hora do desfralde, a escola deve criar um ambiente de acolhimento que dê confiança às crianças para que elas se sintam seguras para a satisfação de suas necessidades, e familiarizem-se com a imagem do próprio corpo e com o seu cuidado, executando ações simples relacionadas à saúde e à higiene. “Entendemos que cabe à escola facilitar essa etapa da vida, organizando a rotina e o ambiente para que os pequenos ajam com independência”, finaliza Paula.

 

Nara Andrade

12 de Março de 2018

Com a amarelinha, a criança trabalha a questão da lateralidade, seu equilíbrio, a matemática, a lógica e a compreensão do que deve ser feito.

O ato de brincar tem um papel fundamental para o crescimento biopsicossocial das crianças. É nesse momento que elas se desenvolvem, exploram características de personalidade, fantasias, medos, desejos, criatividade e elaboram o mundo exterior a partir de seu campo de visão. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em educação e educação especial, a criança precisa experimentar, ousar, tentar e conviver com as mais diversas situações. Brincar com outras crianças, com adultos, com objetos e com o meio. E para te ajudar nessa tarefa, a especialista separou cinco brincadeiras bem tradicionais que podem ajudar no desenvolvimento dos pequenos.

Confira:

>STOP

Separem canetas e folhas de papel. Agora escolham as categorias, por exemplo, nome, animal, cor e frutas. Façam uma tabela com colunas e coloquem uma categoria em cada uma delas. Todos reunidos é vez de falar “o stop” e cada um coloca a mão com quantos dedos quiser (um, dois, cinco). O número total é a letra do alfabeto da jogada (13 equivale a letra M). Todos escrevem em suas tabelas, o mais rápido possível, palavras que comecem com a letra escolhida e se encaixem naquela categoria. Quem terminar de preencher primeiro diz “stop” e todos param. Feito isso, é só contabilizar 5 pontos para palavras repetidas e 10 pontos para palavras diferentes. Vence quem tiver o maior número de pontos ao final da tabela.

* Palavra da especialista – Stop é um clássico. Brincando, você trabalha a interação e a comunicação. Você ajuda a criança a desenvolver habilidades como raciocínio, memória, agilidade, espírito de competição e liderança.

 

>AMARELINHA

Joga, pula, agacha e pega a pedrinha! Tudo isso sem pisar na linha, é claro. Para brincar de amarelinha, desenhe um caminho no chão e divida-o em casas numeradas de 1 a 10. Jogue a pedrinha em ordem numérica, primeiro o 1, depois o 2 e assim por diante – vale lembrar que a criança não pode pisar na casinha que estiver com a pedrinha – ela deve pular, sem pisar nas linhas, até o final do trajeto. Ao chegar, deve retornar, apanhar a pedrinha e recomeçar, dessa vez, atirando a pedra na segunda casa e depois nas seguintes até passar por todas. O participante não pode pisar, perder o equilíbrio ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora da risca. Se isso acontecer, ele volta para o início. Vence quem completar o caminho primeiro.

* Palavra da especialista – Com a amarelinha, a criança trabalha a questão da lateralidade, seu equilíbrio, a matemática, a lógica e a compreensão do que deve ser feito.

 

>PASSA ANEL

Tudo que você vai precisar aqui é de um anel e um espaço para sentar com os pequenos. Para começar o jogo, uma criança fica com o anel, enquanto as outras do grupo se sentam uma ao lado da outra com os braços apoiados no colo e com a palma das mãos unidas. A criança com o anel deve passá-lo entre a palma das mãos dos amiguinhos. Quando resolve parar, abre as mãos mostrando que estão vazias e pergunta para um dos participantes: “Com quem está o anel?”. Se ele acertar, será o próximo a passar. Se errar, quem recebeu o anel é quem passa.

* Palavra da especialista – Com essa brincadeira, as crianças desenvolvem o trabalho em equipe, além do respeito ao próximo, já que ele tem de esperar a resposta e a participação de cada colega.

 

>BOLINHA DE GUDE

Para brincar de bolinhas de gude, primeiro, cava-se um buraquinho, conhecido como poça. Ao acertar a bolinha dentro do buraco, o participante ganha o direito de lançar sua bolinha contra as dos adversários. As bolinhas atingidas são conquistadas. Se errar, a vez passa para o próximo. O jogo acaba quando um participante conseguir pegar todas as bolinhas do adversário.

* Palavra da especialista – Aqui a criança aborda questões de lateralidade, já que o objetivo do jogo é acertar as bolinhas no buraquinho cavado, envolve um pouco das habilidades matemáticas para somar ou subtrair as bolas. Conhecer o momento em que ganhou e perdeu no jogo.

 

>PULAR ELÁSTICO

Essa brincadeira é clássica, e vai ficando mais difícil com a altura, que começa nos calcanhares e vai até o pescoço. O ideal é que duas crianças fiquem 2 metros afastadas uma da outra, enquanto a outra se posiciona no centro do elástico para fazer todos os movimentos da cantiga. Pode pular com os dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora dele, saltar com um pé só e depois com o outro. Se errar, o participante troca de posição com um dos colegas que estão segurando o elástico. Vence quem conseguir pular mais alto.

* Palavra da especialista – Essa brincadeira ajuda os pequenos a trabalhar com os movimentos do corpo, mobilidade e flexibilidade, além de servir como um exercício.

 

Nara

@maehiperativa

3 de Janeiro de 2018

Conforto e estilo em 10 penteados fáceis para

fazer nas meninas nesse verão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para as mamães que moram nos trópicos, o mês de janeiro é sinônimo de dias de sol e muito calor. Mesmo quem mora no litoral sofre os efeitos das altas temperaturas. E se a gente que é adulto sofre com isso, imagina as crianças, não é? Por isso, resolvi compartilhar algumas sugestões de penteados infantis para as meninas aproveitarem a estação mais quente e divertida do ano com beleza e conforto!

Tranças e coques voltaram com tudo! Com texturas e formatos desconstruídos, eles dominaram muito dos editoriais de moda Summer 2018. E nós mamães claro que adoramos ver nossas meninas com cara de garota da capa, mas para a criançada mais importante do que ter estilo é que seja confortável e rápido de fazer. Afinal, nas férias, tudo que eles querem é brincar e se divertir. Por isso antes das sugestões de penteados aqui vão algumas dicas:

– Separe o que vai precisar: ligas, pente ou escova, spray para pentear;

– Dê preferência por ligas de tecido ou daquelas macias, as de elástico além de danificar o cabelo ainda trazem desconforto para as crianças;

– Na hora de fazer o coque (rosquinha ou donut), se não tiver o acessório pronto pode fazer em casa, cortando a ponta da meia e enrolando;

– Que tal colocar um vídeo ou uma música que vocês duas curtem para tocar enquanto faz o penteado? Pode ser bem divertido e um momento entre mãe e filha que vai ficar na memória dela quando ela crescer.

– Que tal fazer o mesmo penteado em você? Toda filha tem a mãe como um ídolo e vai achar o máximo saber que você está copiando o penteado dela. Aproveita para passear com ela por aí aproveitando tudo que o verão tem de bom!!!

 1. Coque alto- passo a passo 

 

2. Trança lateral

3. Cabelo meio solto com laço 

4. Tranças com cabelo meio solto

5. Tranças embutidas laterais com maria chiquinha

6. Penteado mechas topo

7. Dois coques laterais

 

 

8. Trança topo com coque 

9. Rabo de cavalo alto com trança na nuca

10. Coque  desconstruído com cabelo meio solto